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Duarte Mendes - April dawn (Amanhecer de abril)

Letra Original

The years that passed in anonymity
Abandoned to our silent misery
The cold stone of the tavern floor
The black shawls that our women wore
For blood shed in a pointless war

The tortured lives enclosed by high white walls
The hopeless waiting in the endless halls
The hand of judgement always near
The furtive glances born of fear
The quick words whispered in a mear

And while the seasons passed, the fertile fields lay fallow
A sad neglected legacy
The time had come to plant the seeds for our tomorrow
To sow a future strong and free

For half a century we lived and slaved
Deprived of that for which our spirits craved
The right to be what we could be
To live and work in dignity
To find a song to set us free

To bring us home from distant fields of unsought combat
Our flesh and spirit scarred and torn
In wanton suffering we bowed ourselves in closeness
In servitude our strength was born

At last the might of cruel brivation, pain and sorrow
The fear and shame we knew were gone
And with a song of love and joy and jubilation
We rose to greet the April dawn
The long-awaited April dawn

Tradução

Os anos que passaram anonimamente
Abandonados em nosso silêncio miserável
A fria pedra do chão da taverna
Os xales negros que nossas mulheres usavam
Pelo sangue derramado em uma guerra sem motivo

A tortura vive presa em grandes muros brancos
A falta de esperança espera nos corredores sem fim
A mão do julgamento sempre próxima
Os olhares furtivos nascidos do medo
Rápidas palavras sussuradas desgastadas

E enquanto as estações passam, os fértis campos estavam descansando
Um triste legado negligenciado
A hora chegou para plantar as sementes de nosso amanhã
Para colher um futuro forte e livre
Por meio século vivemos e fomos escravos
Privados do que nossos espíritos almejaram
O direito de ser o que poderiamos ser
Para viver e trabalhar com dignidade
Para encontrar uma canção que nos libertasse

Para trazer-nos a casa dos campos distantes de combate não procurados
Nossa carne e espírito cicatrizados e partidos
Em sofrimento arbitrário, nós nos cumprimentamos de perto
Na servidão, nossa força nasceu

Pelo menos o poder da cruel privação, dor e tristeza
OO medo e a vergonha que conheciamos foi embora
E com uma canção de amor e felicidade e júbilo
Surgimos para saudar o amanhecer de abril
O muito esperado amanhecer de abril